quarta-feira, 24 de setembro de 2014

O Sudário de Turim

      O sudário de Turim é uma peça retangular de linho com cerca de 4,5 metros de comprimento e 1,1 de largura. O tecido apresenta a imagem de um homem de 1,83m de altura que parece ter sido crucificado, com feridas consistentes com as que Jesus sofreu antes de sua crucificação no relato bíblico. O Sudário está guardado na Catedral de Turim, na Itália, desde o século XIV. Pertenceu desde 1357 à casa de Saboia que em 1983 o doou ao Vaticano. A peça é raramente exibida em público, a última exposição foi no ano 2010 quando atraiu mais de 50 mil fiéis.

      Ele é um dos acheiropoieta (grego bizantino: "não feito pelas mãos") e vários cristãos acreditam que seja o tecido que cobriu o corpo de Jesus Cristo após sua morte. A imagem no manto é em realidade muito mais nítida na impressão branca e negra do negativo fotográfico que em sua coloração natural.  A imagem do negativo fotográfico do manto foi vista pela primeira vez na noite de 28 de maio de 1898 através da chapa inversa feita pelo fotógrafo amador Segundo Pia que recebeu a permissão para fotografa-lo durante a sua exibição na Catedral de Turim. 

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

A tumba de Tutancâmon


      Em 1922, após sete anos de procura, Howard Carter encontrou a tumba do rei Tutancâmon, que ficou enterrada por mais de 3 mil anos. Dentro dela estavam riquezas inestimáveis na forma de ídolos, alimentos e tesouros, sem mencionar o próprio sarcófago de Tutancâmon. Carter levou dez anos para catalogar e registrar todos os objetos encontrados na tumba.
      O sarcófago de Tutancâmon foi feito de ouro sólido e sua máscara mortuária é uma das imagens mais reconhecíveis do Egito Antigo. Embora tenha reinado por somente dez anos e morrido quando tinha 19 anos de idade, ele é conhecido nos tempos modernos por sua câmara funerária praticamente intacta. A máscara mortuária de Tutancâmon é o busto de um jovem, também feito de ouro e incrustado com pedras semipreciosas resplandecentes, que mostra o adorno tradicional da cabeça dos faraós, chamado de "nemes", e o tradicional colar com pingentes. Na máscara, os olhos do faraó estão bem abertos e contornados com Kohl, outro costume egípcio. A cabeça de uma cobra e um abutre se ergue do topo do nemes, e no queixo se encontra um acessório longo e cônico que os egípcios utilizavam para representar uma barba.


quarta-feira, 17 de setembro de 2014

O Martelo de Kingoodie

      Sir David Brewster foi um grande cientista e inventor, reconhecido por ganhar diversas medalhas por sua contribuição à ciência inglesa da época. No ano de 1844, Brewster estava numa pesquisa na região de Kingoodie, Escócia, local esse muito conhecido por paleontólogos por existir diversos vestígios fósseis. Numa escavação a procura de fósseis foi quando Brewster fez uma misteriosa descoberta, que até hoje segue sem uma explicação que consiga responder a todas suas perguntas. Ele descobriu uma placa de arenito, onde havia uma espécie de ferramenta ali incrustada, o que parece ser um martelo primitivo.
      Imediatamente, esse objecto fora levado para análise, porém os métodos de investigação e análise da época ainda eram muito limitados, aonde chegaram à conclusão que essa ferramenta era da Idade da Pedra. Porém, no ano de 1985, uma nova análise, feita pelo Dr. A. W. Medd, do Centro Britânico de Pesquisas Geológicas, revelou aquilo que seria seu maior mistério, as análises mostraram que esse objecto datava do período Devoniano, entre 360 a 410 milhões de anos atrás, período esse, anterior até aos próprios dinossauros, a Terra era habitada por pequenos vertebrados marinhos e sua flora ainda era muito primitiva.

Oak Island - O Mistério

      Oak Island é uma ilha de 57 ha (0,57 km²) de área no Condado de Lunenburg, na parte sul da Nova Escócia, Canadá.
      Muitos acreditam que nessa pequena ilha do Oceano Atlântico está enterrado o tão falado tesouro dos Templários, o mesmo que fez com que Filipe, o Belo, destruísse a ordem.
      No verão de 1795, Daniel McGinnis, ainda adolescente, perambulava na ilha de Oak Island, Nova Escócia, Canadá, quando cruzou com uma curiosa depressão circular no solo. Sobre a depressão estava uma árvore e em um de seus galhos encontrava-se dependurada uma polia de navio. Tendo ouvido falar dos contos de piratas naquela região, decidiu voltar para casa e retornar para investigar o buraco.
      Nos muitos dias que se seguiram, McGinnis, com seus amigos John Smith e Anthony Vaughan, trabalharam no buraco. E o que descobriram os deixaram atônitos. Dois pés abaixo da superfície, havia uma camada de cascalho cobrindo o poço a 3 metros, encontraram uma camada de tábuas de carvalho (madeira típica da Europa). Depois de 6 ou 9 pés mais a fundo, encontraram mais tábuas.
      Levou-se 8 anos para que os três descobridores retornassem, mas eles retornaram com a The Oslow Company, fundada com o propósito da busca. Começaram novamente a escavar, e rapidamente voltaram aos 9 metros no qual alcançaram oito anos atrás.
     Continuaram descendo para 27 metros encontrando uma camada de cascalho a cada intervalo de 3 metros. Mesmo com as camadas, aos 12 metros uma camada de carvão foi encontrada. Aos 15 metros uma camada de piche, e a 18 metros uma camada de fibras de coco.
      A 27 metros escavados, a mais intrigante prova de que alguma coisa estava enterrada ali fora encontrada: uma pedra com inscrições em um alfabeto misterioso.
      Uma das possíveis traduções seria: "Quarenta pés abaixo, dois milhões estão enterrados."
      Depois de tirar mais uma camada de tábuas de madeira a 27 metros de profundidade, continuaram a escavar. Então a água começou a inundar o poço. No dia seguinte o poço estava cheio até o nível de 10 metros.
       Bombear não funcionava, então no ano seguinte, um novo poço foi cavado 30 metros mais abaixo. Desta forma o túnel passava por cima do já batizado "Poço do dinheiro". Porém, mais uma vez a água inundou, desta vez o recente poço escavado, e a busca foi abandonada por 45 anos.
      Uma engenhosa armadilha fora, então, descoberta e surpreendeu a todos. The Oslow Company, inadvertidamente, rompeu um canal de água de 152 metros, que fora cavado perto da "Smith's Cove" (cova do Ferreiro) pelos construtores do poço. Tão rápido a água era bombeada, o buraco era novamente preenchido pelo mar.
      Essa fora a descoberta de uma pequena parte do intrincado plano dos construtores desconhecidos do poço para manter as pessoas longe de seu conteúdo.